Blog que retrata os acontecimentos do mar e porto de Viana e arredores, nos bons e maus momentos, dos pequenos aos grandes senhores.

06
Abr 07

Mais uma vez Daniel Campelo nos surpreende com a sua forma de estar na vida e fazer política -frontal e objectivo.

A falta de civismo não é de agora, é cultural e ancestral, não nos respeitamos, como havemos de respeitar o próximo? Não respeitamos o privado, como havemos de respeitar o público?

Vandalizam-se os edifícios públicos, os lugares de todos, não se respeita nada nem ninguém em nome duma liberdade que não é liberdade mas libertinagem e arrogamo-nos em democratas como se donos de uma cultura democrática que não tivemos e estamos longe de ter.

Nos países Nórdicos e não só, onde a cultura cívica faz parte da identidade cultural e cívica de cada cidadão, seria impensável cometer as atrocidades e atentados cívicos que diariamente vemos nas ruas e edifícios das nossas cidades, vilas e aldeias.

Costuma-se dizer que "quem não deve não teme". Porquê temer por este grito de alerta dum autarca que tem provado e demonstrado sobejamente que é um defensor dos mais elementares direitos dos cidadãos, do património da sua terra, do ambiente, da cultura.

Gosto muito de Ponte de Lima e vou lá amiúde, admiro a coragem deste autarca e o seu trabalho em prol da sua terra e das suas gentes. Esta é mais uma medida na defesa daquilo que é mais sagrado para todos nós, o meio ambiente, a natureza, tudo o que fizermos em sua defesa não será demais.

O slogan poluidor pagador nunca esteve tão bem aplicado como neste caso. Só tem a temer quem não é cumpridor, quem julga que pode fazer lixo sem pagar.

Espero que os feirantes estejam incluídos neste processo, eng.º Daniel Campelo, porque eles são os maiores poluidores nos dias de feira. Aliás as feiras são das maiores fontes poluidoras das nossas vilas e aldeias. A quantidade de sacos de plástico, de papéis, de detritos diversos que ficam no final das feiras custam bastante às autarquias onde elas se realizam. Será que nos dias de hoje elas se justificam?

Bem sei que Ponte de Lima, como outras localidades deste país devem muito às feiras, a minha terra tem origem numa feira, porém, temos de nos adaptar aos tempos que são de mudança.

E como o convite "Em Ponte de Lima seja Limpo ou vá-se embora", é um convite à mudança nos nossos hábitos primários e essenciais para a preservação da qualidade de vida, que essa mudança seja para todos e não só para alguns, os que estão sempre a pagar.

publicado por dolphin às 19:01

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